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  • 17 Apr, 2026

O deputado Coronel Chrisóstomo denuncia censura após ser retirado da Praça dos Três Poderes durante uma manifestação silenciosa. Ele clama pela defesa das liberdades constitucionais.

O deputado federal Coronel Chrisóstomo, do Partido Liberal (PL) de Rondônia, lançou uma carta aberta ao povo brasileiro após ser removido da Praça dos Três Poderes, em Brasília, durante uma manifestação silenciosa em conjunto com o deputado Hélio Lopes (PL-RJ). A manifestação ocorreu no dia 26 de agosto de 2025 e visava protestar contra o que o deputado considerou como censura e cerceamento das liberdades garantidas pela Constituição.

A carta, que foi divulgada nas redes sociais do parlamentar, destaca a importância do poder emanar do povo, conforme estipulado na Constituição Federal. Chrisóstomo expressou indignação sobre sua remoção da praça durante um ato pacífico, afirmando que tal ação fere a democracia e os direitos constitucionais.

No documento, o deputado reforça que a Praça dos Três Poderes é um símbolo de união e deve ser acessível ao povo brasileiro. Ele relatou que a manifestação, que respeitava as normas de pacificidade e ordem, resultou em ameaças de prisão por parte das autoridades, o que considera uma grave violação da Constituição.

Coronel Chrisóstomo citou diversas garantias constitucionais que foram, segundo ele, desrespeitadas, incluindo:

  • Direito à livre manifestação do pensamento;
  • Inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença;
  • Liberdade de expressão de atividades intelectuais, artísticas, científicas e de comunicação;
  • Direito de reunião pacífica em locais públicos sem necessidade de autorização.

Ele também mencionou a inviolabilidade dos parlamentares por suas opiniões, palavras e votos, conforme o artigo 53 da Constituição, e criticou o uso das forças policiais para cumprir decisões políticas que, em sua visão, ameaçam a liberdade de expressão.

Ao final de sua carta, o deputado apelou ao povo brasileiro que não desista do país e manifestou sua determinação em continuar lutando pelos direitos coletivos.

Fonte da imagem: Assessoria

Fonte das informações: Assessoria