Instabilidade global do GPS afeta frota E2 da Azul
Companhia aérea reajusta malha e horários por instabilidade no sistema de navegação; passageiros enfrentam cancelamentos e recebem assistência prevista pela Anac
Carregando...
Rondônia registrou quase 2 mil casos de furto de energia em 2025, com Porto Velho à frente. A prática pode resultar em até oito anos de prisão.
O estado de Rondônia registrou, em 2025, quase 2 mil casos de furto de energia relacionados a estabelecimentos comerciais de diversos portes. Essas irregularidades incluem ligação clandestina, desvio de energia e adulteração de medidores. As cidades de Porto Velho, Guajará-Mirim e Ariquemes estão no topo da lista de consumo ilegal neste setor.
Na semana passada, a empresa Energisa detectou novas fraudes em três distribuidoras de bebidas, uma barbearia e uma academia em Porto Velho. Outros dois comerciantes foram identificados em Rolim de Moura e Ariquemes. Em todos esses casos, a Polícia Técnica confirmou as irregularidades em flagrante, e os responsáveis foram conduzidos à delegacia pela Polícia Militar.
No ano de 2026, já foram registradas 22 prisões em flagrante por esse crime. Em 2025, o total de prisões chegou a 139. O furto de energia é considerado um crime de acordo com o Código Penal brasileiro, especificamente no artigo 155, e pode também ser enquadrado como estelionato se a modificação ocorrer dentro do medidor. As consequências podem resultar em penas de até oito anos de prisão.
Daniel Andrade, gerente do DECP, alertou que as consequências do furto de energia vão além de perdas financeiras. “Furto de energia é uma prática perigosa. Coloca vidas em risco, pode causar curto-circuitos, incêndios e ainda sobrecarrega a rede, resultando em apagões. Além disso, penaliza os consumidores honestos, que acabam arcar com os custos decorrentes do crime”, destacou.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Idaron
Companhia aérea reajusta malha e horários por instabilidade no sistema de navegação; passageiros enfrentam cancelamentos e recebem assistência prevista pela Anac
Corpo de Larissa Brito foi achado no carro do ex-namorado, preso em flagrante; família relata dois anos de perseguição e pede apoio do Itamaraty.
Taraneh Rahimi foi sentenciada à pena capital por acusação de homicídio ligada aos protestos de janeiro; há relatos de tortura; irmã cumpre 36 anos.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.