Primeira etapa do Campeonato Estadual de Motocross em Cacoal
Treinos cronometrados hoje (18); treinos livres e corridas com largada amanhã (19) em Cacoal, com 13 categorias, da 50cc à Nacional Pro neste fim de semana.
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O futebol feminino indígena no Brasil destaca a força e a cultura dos povos originários, promovendo competições que visam resistência e transformação social.
A celebração da cultura, força e ancestralidade dos povos indígenas se expressa de diversas maneiras, uma delas sendo o Futebol Feminino. Esta prática esportiva não é apenas uma atividade recreativa, mas também um meio eficaz de amplificar as vozes dos povos que formam a história do Brasil.
Durante o ano, diversas competições reúnem equipes compostas por atletas indígenas, que se destacam não apenas pelo desempenho em campo, mas também por suas tradições e valores. Dentre essas competições, destaca-se a Taça dos Povos Indígenas.
A Taça dos Povos Indígenas, apoiada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ocorre anualmente e conta com a participação de quase 50 povos de diferentes etnias e cerca de 2.400 atletas. A competição acontece no segundo semestre do ano, com a edição de 2025 já programada, embora as datas ainda não tenham sido divulgadas.
Os organizadores destacam o simbolismo da competição, afirmando que a Taça representa a resistência e a identidade dos povos indígenas. “Cada jogo é mais que futebol: é a afirmação de que juntos somos mais fortes e que nenhum obstáculo é maior que nossa vontade de vencer”, ressaltam.
Além disso, o presidente da CBF, Samir Xaud, valorizou as lideranças do futebol feminino indígena e reafirmou o compromisso da confederação em apoiar a competição.
Outra iniciativa significativa é o Campeonato de Futebol Feminino Indígena, organizado pela Justiça do Trabalho do Mato Grosso do Sul, que teve sua primeira edição realizada em 2024. Este torneio possui um cunho social e utiliza o esporte como uma ferramenta de combate ao trabalho infantil e promoção da inclusão social nas comunidades indígenas.
Nayara Venâncio, jogadora da Aldeia Bananal e participante do Campeonato, falou sobre a importância da competição na vida das jovens atletas: “O esporte consegue tirar a juventude de coisas ruins e faz com que o adolescente veja a importância da educação para sua vida. Daqui vão sair meninas com vários sonhos.”
Como parte das homenagens ao Dia dos Povos Originários, o Museu do Futebol realizou, em agosto, uma programação especial para valorizar o futebol feminino indígena, que incluiu exposições fotográficas, rodas de conversa, exibições de filmes e apresentações artísticas.
Fonte da imagem: Antônio Cruz/Agência Brasil
Fonte das informações: CampoDelas
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