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  • 01 Aug, 2026

Processos abrangem agressões de Paredes, Molina e Ayala após a final, cânticos e arremesso de objetos, e investigação pela faixa Las Malvinas son Argentinas.

A Fifa abriu nesta quarta-feira (29) processos disciplinares contra a seleção da Argentina por episódios ocorridos durante a Copa do Mundo. As acusações envolvem agressões entre jogadores após a final, cânticos e gestos discriminatórios de torcedores, arremesso de objetos e a exibição de uma faixa com conteúdo político sobre as Ilhas Malvinas.

Os procedimentos referem-se a diferentes incidentes. Após a final contra a Espanha, em 19 de julho (derrota argentina por 1 a 0), o meio-campista Leandro Paredes passou a responder a três acusações de agressão. O zagueiro Nahuel Molina enfrenta duas acusações, e o técnico Roberto Ayala, uma. A Fifa também registra denúncia por uma suposta agressão cometida por um auxiliar técnico após a partida.

Além disso, foram apresentadas acusações de conduta antidesportiva contra Nahuel Molina e Thiago Almada, e a mesma imputação foi feita contra o jogador espanhol Gavi. A entidade apontou ainda episódios de "cânticos e gestos discriminatórios" da torcida e relatos de arremesso de objetos por espectadores em várias partidas do torneio.

Separadamente, a Argentina é investigada pela exibição da faixa "Las Malvinas son Argentinas" após a vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra, na semifinal. Autoridades do governo britânico solicitaram à Fifa que apurasse a manifestação, que foi formalmente enquadrada como o uso de um evento esportivo para "manifestações de natureza não esportiva". As Ilhas Malvinas são objeto de disputa de soberania entre Argentina e Reino Unido desde 1982, quando ocorreu a guerra entre os países.

A Fifa afirmou que todas as pessoas denunciadas tiveram a oportunidade de apresentar sua versão dos fatos. A decisão final será tomada pelo Comitê Disciplinar da entidade no devido tempo.

Fonte da imagem: REUTERS/Mike Segar

Fonte das informações: G1

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