Assessor da Fifa renuncia por proposta de venda de direitos da Copa
Cordeiro renunciou após proposta de vender 20% de subsidiária (US$20 bi) que geriria direitos comerciais da Copa; dirigente critica falta de transparência.
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Estudo recomenda reformular sistemas de saúde na Amazônia para enfrentar mudanças climáticas, eventos extremos e insegurança alimentar, integrando saberes locais.
Debate entre catastrofismo e negacionismo: especialistas defendem avaliação de riscos e ações preventivas em vez de posturas extremas. Enquanto o catastrofismo pode exagerar cenários futuros, o negacionismo ignora perigos reais; ambos prejudicam decisões públicas eficientes. A proposta central é combinar avaliação científica com medidas práticas de prevenção para reduzir vulnerabilidades.
Pesquisadores brasileiros orientaram, em artigo recente publicado no British Medical Journal, a reformulação dos sistemas de saúde na Amazônia para considerar os efeitos das mudanças climáticas, eventos climáticos extremos e a crescente insegurança alimentar. Segundo o estudo, essas ameaças exigem adaptações estruturais e operação integrada entre serviços e comunidades.
Os autores destacam a importância de respeitar e incorporar saberes tradicionais indígenas e comunitários nas soluções de saúde pública. Em vez de importar modelos que funcionaram em outros contextos, recomendam avaliar o que é efetivo localmente e substituir práticas ineficazes por abordagens testadas na região.
Na política de Rondônia, várias pré-candidaturas ao governo foram abandonadas ao longo de 2025 e no início de 2026. Entre os que saíram da disputa estão o ex-governador Ivo Cassol (PP), cuja situação de inelegibilidade mantém-no fora das urnas; o ex-governador Confúcio Moura (MDB), que optou por tentar reeleição ao Senado; o deputado federal Lúcio Mosquini, cuja candidatura foi inviabilizada; e o prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro, entre outros nomes relevantes.
O Partido Novo definiu em encontro em Jaru a sua nominata para as eleições de outubro, com destaque para postulantes à Assembleia Legislativa liderados pelo deputado estadual Dr. Luís do Hospital. Completam a lista a vice-prefeita de Porto Velho Magna dos Anjos, os ex-deputados Ari Saraiva e Edson Martins, o ex-vice-prefeito de Ariquemes Lucas Folador e o ex-vice-prefeito de Porto Velho Edgar do Boi. A nominata inclui ainda lideranças empresariais regionais.
O próximo governador de Rondônia receberá um Palácio Rio Madeira com dificuldades financeiras. Relatos de parlamentares da base indicam um rombo orçamentário e problemas em setores como saúde e segurança pública. O estado também não aderiu ao programa federal de redução de custos dos combustíveis, e demissões recentes de servidores geraram insatisfação.
Veteranas lideranças políticas voltam a disputar cargos eletivos no estado. Entre os nomes que retornaram à arena política estão o ex-senador e ex-ministro da Previdência Amir Lando, o ex-prefeito e ex-chefe da Casa Civil Carlos Magno, o ex-prefeito de Porto Velho Mauro Nazif, a ex-deputada Rosária Helena e o ex-senador Ernandes Amorim. Apesar da experiência, suas chances são incertas diante do surgimento de novas lideranças.
Com a realização das convenções partidárias, serão oficializadas candidaturas a governador, vice, senadores e deputados. Caso não haja composições ou traições nas legendas, a janela eleitoral deve registrar sete candidaturas ao governo estadual. A disputa inclui partidos controlados por lideranças locais e outros que dependem de acordos para confirmar nomes.
A candidatura ao Senado do empresário Bruno Scheidt, que tem utilizado o sobrenome Bolsonaro na campanha, ainda não emplacou em pesquisas iniciais. Aparece com índices baixos de intenção de voto, é pouco conhecido na capital e busca apoio do agronegócio no interior; sua campanha, porém, conta com recursos financeiros.
O mercado imobiliário de Porto Velho segue em retração, pressionando corretores em busca de alternativas. No campo eleitoral, candidatos baseados na capital mantêm vantagem sobre concorrentes do interior; é o caso do governador em exercício Hildon Chaves, que lidera entre eleitores da capital. Ainda cresce a presença de núcleos familiares na política local, com formação de novas dinastias envolvendo parentes de políticos tradicionais.
Fonte da imagem: Foto: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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