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  • 18 Apr, 2026

A guerra na Ucrânia e o nacionalismo exacerbado trazem consequências diretas às economias. Ao mesmo tempo, o deserto do Saara ensina sobre interdependência natural e fertilidade do solo.

O "nacionalismo" expresso no slogan MAGA (Make America Great Again), adotado pelo presidente Donald Trump, é caracterizado por uma abordagem violenta que se distanciou do sentimento patriótico de unidade e valorização das qualidades da nação. Este clima de agressividade tem contribuído para a guerra na Ucrânia, que já se estende por mais de 1.300 dias, beneficiando a indústria armamentista enquanto resultam em mortes de mais de mil pessoas diariamente.

Embora o slogan MAGA não provoque mortes diretas, milhões de pessoas encontram-se empobrecidas não por causas naturais, mas por uma falta de sensibilidade política. A verdadeira sensibilidade deveria se concentrar na satisfação do povo. Infelizmente, a cegueira provocada pela guerra impede que os líderes compreendam que trocas positivas e mutuamente vantajosas transcendem as fronteiras nacionais.

No primeiro trimestre de 2025, o Observatório da Torre Alta da Amazônia registrou três eventos significativos de poeira vinda do deserto do Saara. Essa situação ilustra uma importante lição da natureza: os nutrientes, como potássio e fósforo contidos na poeira mineral, auxiliam na manutenção da fertilidade do solo. O pesquisador Carlos Alberto Quesada, do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia, destacou que o deserto do Saara, ao enriquecer nossa floresta, ensina que o mundo é um corpo interconectado, que não pode ser dividido em partes que se prejudicam mutuamente.

Em Rondônia, a política local também apresenta suas complexidades. O clã dos Xxxxxxxxx conseguiu impor condições à administração do governador Marcos Rocha, recebendo em troca diversas secretarias importantes. Essa nova aliança política, que deixou de lado a figura do ex-prefeito Hildon Chaves, fortalece as candidaturas do clã à Câmara dos Deputados e ao Senado.

Porto Velho enfrenta uma bolha imobiliária, sendo um dos 13 importantes municípios brasileiros nessa situação. Muitas empresas estão fechando suas portas, e o setor imobiliário, incluindo aluguéis, está em baixa. Os altos juros cobrados pela Caixa Econômica Federal dificultam ainda mais as transações. Corretores de imóveis estão lutando para manter seus negócios.

O ex-senador Acir Gurgacz (PDT) já se desfez de sua inelegibilidade e inicia uma série de visitas pelo estado em busca de apoio para seu partido. Gurgacz tem atraído novas lideranças políticas e acompanhado obras realizadas com suas emendas parlamentares. Sua militância está se preparando para as eleições do próximo ano.

A corrida eleitoral para o Senado em 2026 traz muitos candidatos, especialmente na região de Ji-Paraná, onde a disputa se desenrola entre quatro nomes conhecidos. Porto Velho também está representada, com candidaturas fortes. A escolha do segundo voto, no entanto, permanece incerta, especialmente nas cidades de Ariquemes e Vale do Jamari, onde o deputado estadual Delegado Camargo e outros candidatos bolsonaristas lutam pela preferência do eleitorado.

A nova dinâmica política faz com que a estratégia para o segundo voto se torne uma tarefa complexa. No Vale do Jamari, a aliança entre Acir Gurgacz e o senador Confúcio Moura busca garantir essa escolha, ao passo que em Porto Velho as candidaturas estão interligadas. O equilíbrio entre os votos e as preferências dos eleitores continua sendo um enigma.

Nos bastidores, a possibilidade de uma anistia geral para os envolvidos nas manifestações de 8 de janeiro está em discussão na Câmara dos Deputados, enquanto a oposição se prepara para resistir a essa proposta. Além disso, os cassolistas em Rondônia consideram a candidatura do ex-governador Ivo Cassol para as eleições do ano que vem, embora haja obstáculos a serem superados.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo