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  • 17 Apr, 2026

Após o naufrágio do barco hospital Walter Bartolo em Guajará-Mirim, o governador Marcos Rocha anunciou a restauração da embarcação e a compra de um novo barco para atender comunidades ribeirinhas.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, comentou sobre a situação do barco hospital 'Walter Bartolo', que naufragou em Guajará-Mirim em abril deste ano, durante uma entrevista ao Programa Conexão Rondoniaovivo, no dia 21. A embarcação afundou enquanto estava ancorada na margem do rio, e as causas do incidente estão sendo investigadas pela Marinha do Brasil.

为了弥补对受影响的河流社区造成的损失,州政府计划 além de restaurar o barco hospital, também adquirir uma nova embarcação para reforçar os serviços de saúde na região do Vale do Mamoré. O governador anunciou que a recuperação do Walter Bartolo custará cerca de R$ 3 milhões, e a compra do novo barco está estimada em torno de R$ 10 milhões.

“A Marinha está fazendo o levantamento para saber o que ocorreu. Contratamos uma empresa que fez a remoção do barco do leito do rio. Hoje, temos um outro barco atendendo às comunidades ribeirinhas. Se conseguirmos recuperar o Walter Bartolo e adquirir um novo, teremos duas embarcações operando na assistência à saúde”, afirmou o governador.

O naufrágio do Barco Hospital Walter Bartolo, que ocorreu na madrugada de 30 de abril, trouxe não apenas prejuízos financeiros, mas também comprometeu os atendimentos de saúde, especialmente para populações tradicionais e indígenas que dependem desse serviço.

A embarcação, que era uma unidade hospitalar móvel, contava com consultórios médicos, salas de enfermagem, triagem, nebulização, procedimentos e curativos, além de farmácia, cozinha e lavanderia. A operação do barco era realizada pelo Governo de Rondônia, sendo um projeto proveniente de uma compensação social da concessionária da Usina Hidrelétrica Jirau, a Energia Sustentável do Brasil (ESBR), visando mitigar os impactos sociais da construção da usina.

O Barco Hospital Walter Bartolo foi adquirido durante a gestão do ex-governador Confúcio Moura (MDB), ao custo de aproximadamente R$ 4 milhões, e tinha como objetivo atender diversas comunidades incluindo indígenas, quilombolas e ainda oferecer suporte à saúde de comunidades bolivianas nas margens dos rios Mamoré e Guaporé.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo