Anvisa autoriza uso de ouro comestivel em decoracao de alimentos
Anvisa permite ouro comestível no Brasil como aditivo para decoração de superfícies em confeitaria, em lâminas quase puras e de uso restrito e ocasional.
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Arqueólogos descobriram vasos de mel em tumbas egípcias de 3.000 anos, mantendo-se consumíveis. A acidez e a baixa umidade preservam o produto.
Pesquisadores descobriram mel perfeitamente conservado em tumbas do Antigo Egito, incluindo vasos em um túmulo datado de 3.000 anos. O mel encontrado ainda se mostrava apropriado para o consumo, o que intrigou especialistas.
De acordo com estudiosos, a conservação do mel é atribuída ao seu baixo teor de água e à sua capacidade de absorver umidade quando exposto. Além disso, o mel possui um pH que varia entre 3 e 4,5, sendo extremamente ácido. Essa acidez é letal para a maioria dos microorganismos, contribuindo para a durabilidade do alimento.
O processo de produção do mel pelas abelhas envolve a coleta do néctar das flores, que posteriormente é regurgitado nos favos. Neste processo, uma enzima chamada glicose oxidase, presente no estômago das abelhas, atua na decomposição do néctar em ácido glucônico e peróxido de hidrogênio. Este último, conhecido popularmente como água oxigenada, tem propriedades antissépticas que ajudam a proteger o mel de bactérias.
O uso do mel remonta a milênios, sendo altamente valorizado por diversas culturas. Relevos egípcios datados do século III a.C. ilustram trabalhadores colhendo mel de colmeias. Além disso, há registros históricos que afirmam que o faraó Ramsés III fez uma oferta de 21 mil jarros de mel ao deus Hapi, deus do Nilo, evidenciando a importância do mel na antiga sociedade egípcia.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Flipar
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