Dois postes caem no Hospital Ana Adelaide em Porto Velho sem feridos
Queda de dois postes no terreno do Hospital Ana Adelaide, em Porto Velho, sem feridos; populares citam falta de manutenção e não há prazo para remoção.
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Balsa lotada (capacidade 90) transportava 114 passageiros, mais tripulação e crianças; 77 resgatados, 15 corpos recuperados e buscas por desaparecidos seguem.
Pelo menos 44 pessoas morreram depois que uma balsa naufragou na terça-feira (11) no lago Kariba, no Zimbábue, informou a polícia na quarta-feira (12).
Segundo a Unidade de Proteção Civil do Zimbábue, a embarcação transportava 114 passageiros adultos, cinco tripulantes e um número indeterminado de crianças.
A balsa, pertencente à Agência de Desenvolvimento de Infraestruturas Rurais, fazia a travessia entre a cidade de Kariba, no norte do país, e diversas ilhas e acampamentos de pesca. A capacidade da embarcação era de 90 pessoas, acima do que permitia.
O balanço inicial apontava 77 pessoas resgatadas e 15 corpos recuperados; as autoridades afirmam que as buscas por desaparecidos continuam.
De acordo com a Defesa Civil, os sobreviventes foram levados para uma ilha no centro do lago para receber atendimento.
Uma passageira resgatada relatou que os ocupantes haviam pedido ao condutor da balsa que retornasse devido às condições ruins de navegação, mas o pedido foi negado. Ela disse ainda que a embarcação começou a entrar água e que ondas fortes sacudiram a balsa.
O incidente é uma das piores catástrofes envolvendo uma embarcação de passageiros no lago Kariba, que fica na fronteira com a Zâmbia, a mais de 300 quilômetros a nordeste de Harare. O Kariba é o maior lago artificial do mundo em termos de volume.
As autoridades mantêm as operações de busca e salvamento para localizar desaparecidos e apurar as causas do naufrágio.
Fonte da imagem: AFP
Fonte das informações: g1.globo.com
Queda de dois postes no terreno do Hospital Ana Adelaide, em Porto Velho, sem feridos; populares citam falta de manutenção e não há prazo para remoção.
Entre as vítimas há cinco crianças; cerca de 100 pessoas viviam no prédio já danificado por bombardeio em Gaza, dezenas seguem soterradas e resgates difíceis.
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