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  • 19 Apr, 2026

A vereadora Sofia Andrade criticou a falta de diálogo com a base militar em decisões que afetam suas carreiras e alertou para possíveis consequências nas urnas.

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A vereadora Sofia Andrade expressou sua opinião sobre recentes decisões que afetaram a classe dos praças, afirmando que, apesar das dificuldades, tais situações polêmicas vieram à tona antes de serem consolidadas, evitando assim um impacto ainda maior. Durante sua fala, a parlamentar fez menção ao aumento do ICMS, que, em sua visão, teve repercussões negativas tanto para a sociedade quanto para os militares da base.

A vereadora demonstrou indignação ao relatar que, na época em que o imposto foi aumentado, oficiais e alguns membros da tropa apoiaram publicamente essa medida, a qual considerou vergonhosa. Andrade afirmou que muitos praças foram “usados” por lideranças políticas e o alto comando em busca de benefícios individuais.

Sofia Andrade criticou a falta de diálogo entre a hierarquia e a base das corporações, ressaltando que decisões que afetam diretamente a carreira dos militares, desde a entrada até a aposentadoria, não devem ser tomadas sem a participação dos praças. “Como debater algo tão sério sem chamar os praças para a conversa?”, questionou durante a audiência.

Embora tenha enfatizado suas críticas, a vereadora ressaltou que não desmerece os oficiais, mencionando que conhece muitos profissionais que a inspiram respeito. Contudo, ela apontou que a hierarquia, em várias ocasiões, silencia opiniões divergentes. Andrade também classificou a postura do comando estadual como “temerosa”, indicando que essa atitude tem afrontado o Poder Legislativo.

Ao encerrar sua fala, Sofia Andrade enfatizou que cargos e governos são temporários, enquanto as consequências das decisões perduram na vida dos praças e na sociedade. Ela alertou que ações entendidas como traição à base não passam desapercebidas e que a resposta da população se dará nas urnas. “A urna responde aos traidores”, declarou, acrescentando que haverá mobilização contra projetos que visam benefícios pessoais “às custas da segurança pública no estado de Rondônia”.

Fonte da imagem: Assessoria

Fonte das informações: Assessoria