Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
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A histórica preocupação dos nacionalistas sobre a ocupação estrangeira no Brasil se intensificou com tensões externas, embora fake news tenham distorcido fatos. A Fordlândia, projeto fracassado dos EUA na Amazônia, exemplifica estratégias prévias que buscavam exploração e desenvolvimento na região.
Historicamente, os nacionalistas brasileiros têm se mostrado preocupados com a possibilidade de ocupações estrangeiras no território nacional. Essa inquietação foi exacerbada por notícias falsas, especialmente um mapa forjado que insinuava que a floresta amazônica pertencia aos Estados Unidos desde 1816. Com os recentes acontecimentos, incluindo a captura de Nicolás Maduro na Venezuela e as menções a uma possível ação militar dos EUA na Colômbia, essa preocupação parece ter alguma justificativa, embora deviessem ser mais rigorosos quanto à veracidade das informações que circulam.
É importante ressaltar que os Estados Unidos sempre tiveram interesses na Amazônia, e em algumas ocasiões, foram até desejados por autoridades brasileiras em busca de desenvolvimento. Um exemplo disso é Fordlândia, um projeto concebido por Henry Ford na década de 1920, que pretendia garantir o fornecimento de látex para a indústria de pneus dos EUA. Apesar das boas intenções, o projeto falhou, transformando-se em ruínas, o que evidencia que a Amazônia está disponível para quem puder explorar seus recursos.
No contexto político, a situação em Rondônia se complica com as eleições de 2006. Há indícios de que algumas candidaturas ao governo estejam mais focadas em assegurar posições como vices em campanhas que apresentam melhores índices de aprovação nas pesquisas. Os nomes de Flori Cordeiro, Expedito Neto e Samuel Costa, entre outros, surgem nesse cenário de negociações partidárias.
A divisão na família Bolsonaro também é um reflexo das disputas eleitorais. Enquanto a ex-primeira dama Michele Bolsonaro apoia Bruno Scheidt na corrida ao Senado, seus irmãos estão alinhados com Fernando Máximo. O presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, apoia Marcos Rogério, o que gera confusão, uma vez que Máximo poderia candidatar-se apenas se o PL o liberar para a disputa ao governo.
As alianças políticas estão se fragmentando em Rondônia. A Caravana da Esperança, que agrupava oito partidos, agora se divide em três blocos distintos. O primeiro bloco conta com Expedito Neto como candidato a governador, com o apoio de PT, PC do B e Partido Verde. O segundo bloco une o MDB de Confúcio Moura e o PDT de Acir Gurgacz, enquanto o terceiro é representado por Samuel Costa da Rede e outros partidos menores, cada um com potencial para lançar suas próprias candidaturas.
A classe política, enquanto se prepara para as eleições de outubro, volta seu olhar para questões como a emancipação de distritos, um tema que permanece sem solução há anos. As discussões em torno disso, envolvendo os distritos de Extrema e Tarilândia, estão emperradas na Câmara dos Deputados. A insatisfação do eleitorado com a inação da bancada federal de Rondônia pode se refletir nas urnas nas próximas eleições.
A corrida eleitoral no estado está marcada por idas e vindas. O ex-prefeito Hildão Chaves voltou a considerar sua candidatura ao governo, enquanto o governador Marcos Rocha, que havia se comprometido a concorrer ao Senado, decidiu retirar seu nome da disputa. Nesse cenário de incertezas, o vice-governador também pode desistir de sua candidatura ao Palácio Rio Madeira.
Por fim, as primeiras pesquisas eleitorais para 2026 estão a caminho, prometendo revelar as preferências dos eleitores. O PSD de Adailton Fúria e Expedito Junior expressou descontentamento com a decisão do governador Marcos Rocha de não integrar o partido. O senador Marcos Rogério também está em busca de um vice que possa agregar valor à sua candidatura ao governo, e mudanças no cenário político são esperadas em breve.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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