Dois postes caem no Hospital Ana Adelaide em Porto Velho sem feridos
Queda de dois postes no terreno do Hospital Ana Adelaide, em Porto Velho, sem feridos; populares citam falta de manutenção e não há prazo para remoção.
Carregando...
TCE-RO investiga aumento de 151,55% no contrato de lixo de Guajará-Mirim; suspensão negada por risco à saúde; prefeito tem 15 dias para entregar processos.
O Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) abriu investigação sobre o Contrato nº 21/2022, que trata da coleta e destinação de resíduos sólidos em Guajará-Mirim. O acordo foi firmado entre a prefeitura municipal e a empresa DPZ Comércio Serviços Importação e Exportação Ltda. e apresenta aumento de 151,55% no valor mensal pago pela administração.
Documentos do Processo Administrativo nº 746/2022 mostram que o valor inicial do contrato era de R$ 138.016,29 por mês. Em setembro de 2024, o 3º Termo Aditivo incluiu o transporte dos resíduos para Porto Velho, acrescendo R$ 209.166,00 ao custo. Com a aplicação do 5º Termo Aditivo e de um termo de apostilamento, o montante consolidou-se em R$ 413.285,79 mensais. Recentemente, o 6º Termo Aditivo prorrogou o contrato até 5 de julho de 2027.
A Procuradoria-Geral do Município (PGM) acompanhou o processo por meio de dois pareceres. No Parecer Jurídico nº 606/2026, a PGM apontou a necessidade de apresentar pesquisa de preços atualizada, corrigir a dotação orçamentária e anexar certidões trabalhistas e fiscais da empresa contratada. Em seguida, o Parecer nº 752/2026 aprovou o aditivo em caráter excepcional, alegando que a coleta de lixo é serviço essencial e que sua interrupção causaria prejuízos à população. A prefeitura justificou economicamente a alteração com base na cotação de um contrato anual de R$ 5,6 milhões da cidade de Campo Maior (PI).
A investigação no TCE-RO foi motivada por representação. Na Decisão Monocrática nº 0271/2026, o conselheiro Paulo Curi Neto avaliou que o aumento dos custos excede o limite legal de 25% previsto na Lei de Licitações. O pedido de suspensão imediata do contrato foi negado para evitar riscos à saúde pública decorrentes da interrupção da coleta. O conselheiro estipulou prazo de 15 dias para que o prefeito Fábio Garcia de Oliveira entregue a cópia integral do processo administrativo, permitindo à Secretaria-Geral de Controle Externo calcular eventual dano ao erário.
O acesso público aos documentos relacionados ao contrato apresenta dificuldades no Portal da Transparência de Guajará-Mirim: o sistema impede o download completo dos anexos, exigindo consulta página a página. O suporte técnico informado pela plataforma disse que presta assistência apenas a usuários internos da prefeitura, o que limita a transparência para a população.
O caso segue sob apuração no TCE-RO, que deverá avaliar a legalidade dos aditamentos, a adequação dos procedimentos administrativos e a existência de prejuízo aos cofres municipais.
Fonte das informações: Rondoniaovivo
Queda de dois postes no terreno do Hospital Ana Adelaide, em Porto Velho, sem feridos; populares citam falta de manutenção e não há prazo para remoção.
Entre as vítimas há cinco crianças; cerca de 100 pessoas viviam no prédio já danificado por bombardeio em Gaza, dezenas seguem soterradas e resgates difíceis.
Denúncia: motorista cobrou R$3,50 para entrar em condomínio em Porto Velho; passageira com bebê de 2 meses foi levada de volta; Urbano Norte abriu apuração.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.