Dois postes caem no Hospital Ana Adelaide em Porto Velho sem feridos
Queda de dois postes no terreno do Hospital Ana Adelaide, em Porto Velho, sem feridos; populares citam falta de manutenção e não há prazo para remoção.
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KC-390 da FAB fez voo humanitário de Porto Velho a Pereira com 19 toneladas de ajuda após o terremoto de magnitude 7,4, destacando Porto Velho como rota estratégica
A Força Aérea Brasileira (FAB) realizou, nesta quinta-feira (3), um voo internacional de caráter humanitário entre Porto Velho e Pereira, na Colômbia, para apoiar a população afetada pelo terremoto que atingiu o país sul-americano.
O envio partiu de Porto Velho e teve como destino a cidade de Pereira, uma das mais atingidas pelo tremor de magnitude 7,4 ocorrido em 10 de agosto. O abalo provocou mortes, destruição de imóveis, danos à infraestrutura e deixou milhares de famílias em situação de emergência.
A operação foi conduzida com aeronave KC-390, modelo de transporte militar da FAB empregado em missões de mobilidade estratégica e auxílio humanitário. Em agosto, outro KC-390 já havia transportado 19 toneladas de arroz destinadas às populações afetadas, após pedido formal das autoridades colombianas.
Autoridades colombianas mantêm ações de atendimento, assistência e reconstrução em Pereira, onde continuam os trabalhos de socorro e a remoção de escombros em áreas residenciais e públicas.
O voo destacou também o papel estratégico de Porto Velho como ponto de apoio em rotas aéreas internacionais na região amazônica. A proximidade da capital rondoniense com fronteiras e rotas para países vizinhos facilita operações de transporte e logística em situações de calamidade.
A mobilização brasileira integra o esforço de cooperação internacional para atender as necessidades imediatas da população colombiana, enquanto os órgãos de defesa civil e autoridades locais prosseguem com a assistência às famílias desalojadas.
Fonte da imagem: Divulgação FAB
Fonte das informações: rondoniaovivo.com
Queda de dois postes no terreno do Hospital Ana Adelaide, em Porto Velho, sem feridos; populares citam falta de manutenção e não há prazo para remoção.
Entre as vítimas há cinco crianças; cerca de 100 pessoas viviam no prédio já danificado por bombardeio em Gaza, dezenas seguem soterradas e resgates difíceis.
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