Instabilidade global do GPS afeta frota E2 da Azul
Companhia aérea reajusta malha e horários por instabilidade no sistema de navegação; passageiros enfrentam cancelamentos e recebem assistência prevista pela Anac
Carregando...
ALE-RO adiou a votação de crédito de R$252,5 milhões ao DER; oposição critica ausência de planilhas e cronogramas; pedido de vista adiou decisão.
Na terça-feira (14), a Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) adiou a votação do projeto de lei do Executivo que pede a abertura de crédito de R$ 252,5 milhões para o Departamento de Estradas de Rodagem (DER). O valor corresponde a uma das parcelas do empréstimo de R$ 1 bilhão autorizado pelo Parlamento em 2025.
De autoria do governador Marcos Rocha, a proposta encontrou resistência no plenário. Deputados da oposição e da bancada independente questionaram a falta de transparência do projeto, apontando a ausência de planilhas, cronogramas e metas objetivas para a aplicação dos recursos.
Parlamentares afirmaram não ser possível liberar um volume desse porte sem detalhamento sobre o destino dos recursos, exigindo informações técnicas e critérios claros de execução.
A base governista defendeu o envio dos recursos, sustentando que a verba será usada prioritariamente na construção e recuperação de pontes e rodovias estaduais. Aliados prometeram encaminhar posteriormente o detalhamento técnico das obras, mas a garantia não convenceu o plenário.
A tramitação foi suspensa após pedido de vista do deputado Alan Queiroz, o que adiou a votação para a próxima sessão ordinária. Até lá, o Executivo, sediado no Palácio Rio Madeira, precisará articular sua base e apresentar o detalhamento dos gastos para tentar obter a aprovação do repasse.
Fonte da imagem: SECOM-RO
Fonte das informações: Rondoniaovivo; Humor Rondoniense
Companhia aérea reajusta malha e horários por instabilidade no sistema de navegação; passageiros enfrentam cancelamentos e recebem assistência prevista pela Anac
Corpo de Larissa Brito foi achado no carro do ex-namorado, preso em flagrante; família relata dois anos de perseguição e pede apoio do Itamaraty.
Taraneh Rahimi foi sentenciada à pena capital por acusação de homicídio ligada aos protestos de janeiro; há relatos de tortura; irmã cumpre 36 anos.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.