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  • 03 Aug, 2026

Afirma acreditar que o TSE será imparcial, admitiu erro sobre a alegação da Smartmatic e disse que tentará aprovar anistia para envolvidos em 2022.

Flávio Bolsonaro, senador pelo PL-DF e candidato à Presidência da República, afirmou que aceitará o resultado das eleições de outubro e disse confiar que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), presidido por Kassio Nunes Marques, atuará de forma imparcial.

A declaração foi dada durante entrevista ao programa Canal Livre, após questionamentos sobre críticas anteriores que o candidato fez às urnas eletrônicas e às alegações que levantou sobre o sistema de votação.

Flávio afirmou que pretende concorrer "com essas regras" e que espera do TSE diferenças em relação a 2022, com "mais segurança e mais transparência" no processo eleitoral. Em seguida, reforçou que sua postura não se trata de um ataque ao sistema, mas de uma cobrança por aprimoramentos.

Ao longo da entrevista, o candidato reiterou dúvidas sobre a segurança das urnas eletrônicas e defendeu a adoção de camadas adicionais de proteção e medidas que aumentem a transparência do pleito, sem detalhar quais seriam as vulnerabilidades que aponta.

Questionado sobre uma repercussão referente à fabricação das urnas, ele admitiu ter se equivocado em uma afirmação anterior sobre o fabricante, mas manteve o pedido por maior segurança no processo de votação.

Flávio também comentou a negativa de vistos a dois integrantes do governo dos Estados Unidos que estavam cotados para vir ao Brasil, afirmando que a decisão "passa a impressão que está escondendo alguma coisa". Ele fez a observação ao relacionar o episódio ao debate sobre a integridade do sistema eleitoral.

Sobre um vídeo divulgado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em que ela disse ter sido maltratada e humilhada, Flávio disse não saber "o que se passa na cabeça" dela e afirmou acreditar que a gravação foi motivada por insegurança em relação à sua candidatura.

Por fim, o candidato afirmou que, se eleito, tentará aprovar no Congresso Nacional uma anistia para os envolvidos na tentativa de golpe de 2022, incluindo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, durante o processo de transição entre os governos.

Fonte das informações: g1

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