MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi
MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi; pioneiro na informatização e gestão institucional, deixa legado em modernização administrativa.
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O governo brasileiro busca apoio de empresas americanas para reverter a tarifa de 50% sobre produtos exportados para os EUA, prevista para agosto.
Representantes do governo brasileiro e de empresas norte-americanas se reuniram para discutir a reversão da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros que será aplicada a partir de 1º de agosto. O encontro ocorreu na quarta-feira, 16 de julho, e foi liderado pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, em parceria com a Câmara Americana de Comércio para o Brasil, conhecida como Amcham Brasil.
A reunião contou com a participação de diversas empresas estadunidenses, incluindo Amazon, Coca-Cola, GM, Caterpillar e MedTech. Durante o evento, uma nota conjunta foi divulgada por Amcham e pela US Chamber, expressando apoio à negociação e ao debate sobre as alíquotas.
Alckmin enfatizou um trecho da declaração onde as entidades alertam que a criação de tarifas em resposta a questões políticas pode prejudicar relações econômicas significativas entre os dois países e criar um precedente preocupante. O ministro classificou a tarifa extra como uma situação de "perde-perde", gerando prejuízos para ambas as nações.
O ministro destacou a importância da união de empresas brasileiras e americanas para fortalecer as negociações. Ele mencionou que muitas empresas brasileiras também operam nos Estados Unidos e possuem um longo histórico de atuação no país, como a General Motors e a Johnson & Johnson.
Além dos representantes das empresas mencionadas, o encontro incluiu integrantes de outras organizações, como Dow, Sylvamo, Corteva Agriscience e John Deere, além de autoridades do governo federal.
O Brasil também enviou uma nova carta ao governo dos Estados Unidos, solicitando um retorno a uma proposta anterior enviada em 16 de maio, detalhando um conjunto de itens para avançar nas conversações comerciais. Alckmin destacou que o objetivo é estimular a complementariedade econômica e o crescimento do comércio exterior, o que gera empregos e renda.
Durante a conferência com a imprensa, o presidente da Amcham Brasil, Abrão Neto, comentou sobre o impacto negativo que a tarifa trária teria para os dois países, reforçando a importância do diálogo entre os governos. Ele expressou que há um desejo unânime entre o setor empresarial de buscar uma solução negociada que impeça o aumento das tarifas.
Sobre a investigação norte-americana baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, Alckmin assegurou que o Brasil esclarecerá as questões levantadas, como já ocorreu anteriormente. Ele destacou os avanços do Brasil na redução do desmatamento e sua responsabilidade ambiental, afirmando que o país é um exemplo global, especialmente em relação à preservação da Amazônica.
Além disso, o ministro defendeu o sistema de Propriedade Intelectual brasileiro e o sistema de pagamentos instantâneos, conhecido como PIX, que estão entre os focos da nova investigação dos EUA.
Fonte da imagem: assessoria
Fonte das informações: agência Brasil
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