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  • 01 Aug, 2026

Apesar das vastas reservas, regiões do Brasil já sofrem escassez: 40% da água tratada é perdida, e satélites da Nasa detectam redução de aquíferos.

O Brasil, historicamente abundante em recursos hídricos, enfrenta sinais crescentes de escassez em regiões que antes eram tidas como fartas. Especialistas e dados de monitoramento apontam redução de água armazenada em aquíferos e alterações nos padrões de chuva que já não repõem os usos para abastecimento e irrigação. Parte do problema é estrutural: estima-se que cerca de 40% da água tratada se perde na distribuição antes de chegar às torneiras, resultado de governança deficiente e infraestrutura inadequada.

O monitoramento por satélite, incluindo estudos que observam variações no campo gravitacional da Terra, indica queda de reservas subterrâneas. Na Amazônia, os aquíferos ainda conseguem repor recursos para rios em períodos normais, mas secas mais severas forçam a transferência de água dos lençóis freáticos para cursos d’água, comprometendo a disponibilidade local e acionando alertas de agências internacionais.

Em Porto Velho, o prefeito Leo Moraes (Podemos) e o governador Marcos Rocha (PSD) têm adotado medidas para reverter a degradação do centro histórico da capital. Recentes intervenções incluem a montagem da chamada "rua do Hexa", voltada a eventos, nas proximidades do Prédio do Relógio, e a realocação de batalhões da Polícia Militar ao lado da Catedral Metropolitana, iniciativas que visam, respectivamente, movimentar a área e reforçar a sensação de segurança. Novas ações de revitalização estão sendo planejadas.

No campo político estadual, dirigentes de partidos de esquerda avaliam a formação de uma frente unificada reunindo PT, PSB e PSOL, diante de quedas de intenção de voto de seus nomes. A articulação, que envolveria figuras como Expedito Neto, Samuel Costa e Luís Carlos Teodoro, enfrenta obstáculos por interesses divergentes entre as legendas e, mesmo em conjunto, teria dificuldade para enfrentar os nomes mais competitivos nas pesquisas: Marcos Rogério (PL), Hildon Chaves (Federação União Brasil/Progressistas) e Adailton Fúria (PSD), apontados como favoritos para disputar as duas vagas do segundo turno.

A pauta da industrialização de Rondônia tem presença constante nos planos de governo dos pré-candidatos ao Palácio do Governo para 2026. A proposta, já defendida em campanhas anteriores, ganha força agora com a disponibilidade de energia gerada pelas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, o que torna mais viável um projeto industrial em escala estadual. Entidades representantes do setor produtivo, lideradas pelo presidente da Fiero, Marcelo Thomé, têm apoiado a iniciativa.

Também cresce o debate sobre os nomes escolhidos para ocupar as vagas de vice nas chapas dos candidatos com maior competitividade. Entre os indicados estão Everton Leoni (vice de Adailton Fúria), Cirone Deiro (vice de Hildon Chaves) e Delegado Camargo (vice de Marcos Rogério). Com as convenções partidárias previstas para julho e a sequência de homologações, há reivindicação para que os vices participem de debates e sejam avaliados publicamente.

As finanças públicas municipais e estaduais mostram sinais de aperto para 2026. Desde o início do ano havia indícios de que a prefeitura de Porto Velho e o governo estadual precisariam adotar medidas de contenção; na prática, o prefeito Leo Moraes já implementou restrições orçamentárias e o governador Marcos Rocha reduziu despesas no Palácio Rio Madeira. Fornecedores relatam atrasos nos pagamentos e a redução da população local, com menor arrecadação tributária, agrava a situação. Os gestores priorizam o pagamento do funcionalismo.

No plano político local, restrições orçamentárias têm provocado insatisfação entre alguns vereadores, que cobram maior atenção aos benefícios e recursos municipais. A administração municipal justifica os cortes como necessários para honrar compromissos com servidores e fornecedores em ano eleitoral. Na Assembleia Legislativa, a previsão é de que a pauta seja reduzida antes do recesso parlamentar em julho.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo

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