MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi
MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi; pioneiro na informatização e gestão institucional, deixa legado em modernização administrativa.
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Porto Velho inicia a oferta do Implanon, um contraceptivo subdérmico, no SUS, visando modernizar a saúde feminina e garantir acesso gratuito a mulheres em vulnerabilidade.
Porto Velho alcançou um marco histórico na assistência à saúde da mulher ao introduzir o Implanon na rede municipal. Este implante subdérmico, que libera hormônios continuamente, é disponibilizado pela primeira vez no município através do Sistema Único de Saúde (SUS), fruto de uma parceria com o Ministério da Saúde.
O Implanon é um pequeno bastonete flexível que oferece proteção contra gravidez não planejada por até três anos. Com uma eficácia superior a 99%, esse método de longa duração não requer a administração diária de medicamentos, posicionando-se como um dos recursos mais seguros na medicina reprodutiva. A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), irá implementar o serviço na rede pública de saúde.
A nova iniciativa de saúde é destinada a mulheres em idade fértil, entre 14 e 49 anos, priorizando aquelas em situação de vulnerabilidade, assim como adolescentes e mulheres com contraindicações a métodos anticoncepcionais que utilizam estrogênio.
O prefeito Léo Moraes enfatizou que, pela primeira vez, as mulheres de Porto Velho terão acesso gratuito ao Implanon pelo SUS, um método que antes era disponível apenas na rede particular. "Esse é um investimento na autonomia da mulher e no planejamento das famílias rondonienses. Um mutirão será realizado em breve para reduzir a fila de espera", acrescentou o prefeito.
Para garantir a segurança clínica das pacientes, o acesso ao Implanon segue um fluxo organizado. As mulheres interessadas devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de sua referência para uma consulta de planejamento familiar. Durante essa consulta, a equipe de saúde irá avaliar o histórico médico da paciente para verificar se o método é apropriado. Após essa avaliação, um pedido será registrado no sistema para agendamento, encaminhando a paciente para uma unidade especializada onde profissionais habilitados realizarão a inserção do dispositivo.
O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, destacou a importância da moderação do acesso. "A porta de entrada é a unidade de saúde, onde ocorre a triagem técnica. Após essa etapa, o pedido é enviado para nossa regulação, que organiza o agendamento de forma transparente, garantindo que o procedimento ocorra com todo o suporte técnico necessário", afirmou.
Fonte das informações: Secom/Prefeitura de Porto Velho
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