Quatro estátuas douradas em Washington em projeto de Trump
Revitalização promovida por Trump aplicou pintura dourada em quatro esculturas de 1951 na Memorial Bridge; obra custou US$5,1 milhões e gerou críticas.
Carregando...
O MPF visitou a Aldeia Aperoí para investigar denúncias de violência contra o povo Puruborá e apoiar a luta por seus direitos e reconhecimento territorial.
O Ministério Público Federal (MPF) realizou uma visita à Aldeia Aperoí, do povo indígena Puruborá, localizada no município de Seringueiras, em Rondônia, a 534 km da capital Porto Velho. A ação aconteceu no dia 22 de setembro e foi liderada pelo procurador da República Gabriel Ferreira, com o apoio de agentes da polícia do MPF e da Polícia Federal (PF), com o intuito de investigar denúncias de intimidações e ataques à comunidade.
Durante a inspeção, a equipe visitou uma casa que havia sido abandonada por uma família indígena devido à contaminação ocasionada por agrotóxicos. O imóvel, situado entre duas plantações de soja, foi alvo de um incêndio, considerado criminoso, para intimidar os moradores e danificar a propriedade, promovendo, assim, a expulsão da família. A equipe também avaliou outra área utilizada pela comunidade para cultivo.
No relatório gerado após a visita, o MPF destacou o contexto de vulnerabilidade em que a comunidade Puruborá se encontra. “O povo Puruborá está em um processo de resgate de suas tradições, cultura e língua, bem como de reivindicação de seu território. A comunidade foi vítima de um histórico de violência, assimilação e apagamento cultural, e agora luta pelo reconhecimento de sua identidade e de suas terras”, ressaltou o MPF.
A visita integra o Inquérito Civil nº 1.31.001.000032/2024-59, que investiga os danos causados aos indígenas Puruborá pela aplicação abusiva de agrotóxicos. O objetivo foi ouvir a comunidade e demonstrar o apoio das instituições ao povo indígena. O MPF continua a apuração do caso no âmbito do inquérito civil.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: MPF
Revitalização promovida por Trump aplicou pintura dourada em quatro esculturas de 1951 na Memorial Bridge; obra custou US$5,1 milhões e gerou críticas.
Stellantis convoca recall de 1,5 milhão de RAM 1500 de 2019 a 2026 por falha nas ancoragens dos cintos da segunda fila; Brasil ainda sem confirmação.
UE diz que Temu não entregou dados sobre gestão, tecnologia e registros durante ação em Dublin; falta de cooperação pode gerar multa de até 1% do faturamento.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.