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  • 17 Sep, 2026

Condenada a 14 anos pelo 8 de janeiro, Sílvia de Amorim fugiu de Rondônia após expedição do mandado; tornozeleira parou de transmitir, sendo declarada foragida.

Sílvia de Amorim Jesus, condenada por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, foi declarada foragida pela Secretaria de Estado da Justiça de Rondônia (Sejus) após deixar de ser localizada um dia após a expedição do mandado de prisão.

A ré, moradora de Jaru (RO), foi sentenciada a 14 anos de prisão. O processo transitou em julgado em 13 de agosto, sem possibilidade de recurso, e o mandado de prisão foi expedido em 27 de agosto.

Segundo relatório da Sejus, a tornozeleira eletrônica usada por Sílvia parou de transmitir dados em 28 de agosto porque o dispositivo estava descarregado; em seguida, o sistema registrou alerta de possível rompimento. Não houve resposta às tentativas de contato pelo telefone informado à Casa de Prisão Albergue e Semi-Aberto de Jaru e buscas no endereço não localizaram a mulher nem indicaram sua permanência no local.

Oito dias após a perda de contato, em 5 de setembro, a unidade formalizou a certidão de evasão e passou a tratá-la como foragida.

A defesa afirma ter perdido comunicação com Sílvia desde que ela foi informada sobre o trânsito em julgado, mas diz não haver elementos suficientes para confirmar o rompimento do equipamento. Os advogados planejam apresentar pedido de revisão criminal, destacando que a ré é primária, trabalha como diarista, enfrenta dificuldades financeiras e é responsável pela criação de uma filha.

A Polícia Federal e o Tribunal de Justiça de Rondônia não se manifestaram até a última atualização sobre o caso.

Fonte da imagem: Reprodução/Redes Sociais

Fonte das informações: g1

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