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O Parque Estadual de Guajará-Mirim enfrenta invasões e exploração ilegal de madeira, prejudicando sua preservação. A fiscalização foi intensificada, mas falta de recursos compromete ações efetivas.
O Parque Estadual de Guajará-Mirim enfrenta constantes ameaças de invasão de terras públicas e exploração madeireira ilegal. Durante ações da Operação Verde Rondônia, coordenadas pelo Corpo de Bombeiros Militar, foram descobertos equipamentos como motosserras e combustíveis escondidos na floresta, utilizados por criminosos na extração ilegal de madeira. Essa área, com aproximadamente 220 mil hectares, é uma unidade de conservação estadual destinada à preservação ambiental e à realização de pesquisas.
A unidade tem sofrido pressão significativa de invasores, além de problemas relacionados à extração ilegal de madeira e queimadas. No ano anterior, durante o período de seca, o parque enfrentou mais de um mês de derrubadas ilegais e incêndios florestais, com equipes de combate sendo alvos de ataques por parte de criminosos.
Localizado nos municípios de Guajará-Mirim e Nova Mamoré, em Rondônia, o Parque Estadual de Guajará-Mirim é vital para a sustentabilidade local, pois protege uma área de cerrado e transição para a floresta tropical. Sua criação visou garantir a manutenção da biodiversidade para as futuras gerações.
Além do Guajará-Mirim, outras unidades de conservação em Rondônia também enfrentam desafios similares de invasão. A Reserva Extrativista Jaci-Paraná, por exemplo, teve sua situação judicial alterada após a aprovação de um projeto de lei pela Assembleia Legislativa de Rondônia em abril deste ano. A norma regulariza a situação de indivíduos que habitam ou trabalham irregularmente nessa área, concedendo perdão de multas por crimes ambientais e cancelando processos judiciais relacionados à ocupação.
No atual ano de 2025, o Corpo de Bombeiros Militar intensificou suas ações de fiscalização e combate ao desmatamento. Equipamentos ilegais foram encontrados em áreas impactadas, e pontes de acesso construídas por invasores foram demolidas. Os invasores utilizam táticas de derrubada da floresta nativa e, em seguida, tentam sensibilizar as autoridades para regularizar suas ações em áreas destinadas a parques e reservas.
Até o momento, a Operação Verde Rondônia contabilizou 1.468 eventos de fogo em todo o estado, com uma parcela significativa ocorrendo em áreas protegidas. Os Bombeiros realizaram 444 averiguações de incêndios e resgataram 92 animais silvestres, mobilizando tropas em todos os seis Grupamentos de Bombeiros Militares e 32 localidades críticos para queimadas.
Embora os resultados da operação sejam significativos, a falta de recursos adequados compromete a atuação das autoridades. Em junho de 2025, a Assembleia Legislativa de Rondônia rejeitou um projeto de lei que destinava R$ 10 milhões à Secretaria de Estado de Meio Ambiente para ações de fiscalização ambiental e pagamento de diárias de fiscais. A não aprovação deste projeto prejudica as iniciativas de proteção ambiental, especialmente em um ano em que se realiza a COP 30 na Amazônia.
A escassez de investimentos em fiscalização e combate a crimes ambientais em Rondônia, um estado que se destaca por altas taxas de desmatamento e queimadas, é uma preocupação significativa, pois pode afetar as exportações de produtos vinculados a zonas de elevado impacto ambiental.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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