Rondônia segundo em feminicídios candidatos apresentam propostas
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Bruno Bolsonaro Scheid afirma que reforma agrária é direito, mas diferencia invasão de terra; pede cumprimento da lei e mais segurança jurídica no campo.
Bruno Bolsonaro Scheid, produtor rural e pré-candidato ao Senado pelo PL, voltou a se manifestar sobre reforma agrária e conflitos fundiários em vídeo publicado nos stories do Instagram, após participação em podcast apresentado por Robson Oliveira.
Ele afirmou que o acesso à terra é um direito legítimo, mas destacou que a ocupação irregular de propriedades privadas não deve ser confundida com a política de reforma agrária prevista na legislação brasileira.
Scheid recordou conversas com o ex-presidente Jair Bolsonaro e disse manter posição clara: não é contra a reforma agrária, mas contra a invasão de terras. “Eu sempre abri uma discussão com o presidente Bolsonaro. Nós não somos contra a reforma agrária. Nós somos contra a invasão de propriedade”, declarou.
Segundo o pré-candidato, a legislação já prevê mecanismos para atender famílias sem terra, com a União adquirindo áreas e destinando-as a programas de assentamento. Para ele, a falta de execução adequada dessas políticas contribui para os conflitos no campo.
Ele argumentou que as invasões prejudicam tanto os proprietários quanto os próprios acampados, que frequentemente passam anos em condições precárias sem obter a regularização esperada. “Os caras que ficaram 10 anos na minha porta, além de não ganharem absolutamente nada, viveram 10 anos embaixo de barraca”, relatou.
No vídeo, Scheid criticou movimentos de ocupação e defendeu o fortalecimento da segurança jurídica como condição para o desenvolvimento do setor agropecuário, afirmando que produtores precisam de estabilidade para investir, produzir e gerar empregos.
A publicação trouxe a legenda: “A lei existe para ser cumprida e o direito existe para ser respeitado. Reforma agrária e invasão de propriedade são coisas diferentes”, e finalizou convocando o debate entre seguidores ao perguntar se concordam que o campo precisa de mais segurança jurídica.
A posição reforça uma pauta recorrente entre representantes do agronegócio e proprietários rurais: a defesa do direito de propriedade aliada à necessidade de políticas públicas eficazes para atender à demanda por terras sem estimular conflitos.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
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