Quatro estátuas douradas em Washington em projeto de Trump
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Clínicas de Rondônia adotam técnicas não cirúrgicas, como radiofrequência, ultrassom microfocado e PDRN, para bioestimulação e rejuvenescimento facial.
A busca por tratamentos de rejuvenescimento sem cirurgia tem impulsionado a modernização das clínicas de estética em Rondônia. Especialistas da região passaram a priorizar não apenas a correção superficial, mas a regeneração das camadas mais profundas da pele.
Segundo a médica Milena Brasileiro (CRM-RO 2825), as abordagens variam conforme o grau de envelhecimento cutâneo. Em casos de flacidez leve, a indicação tende a ser radiofrequência e o uso de bioestimuladores com foco preventivo. Para flacidez moderada a intensa, tecnologias específicas são aplicadas para recuperar a sustentação e o contorno facial.
Entre as novidades praticadas localmente está a associação de métodos, como o ultrassom microfocado (conhecido como Ultraformer) combinado ao PDRN, uma substância com efeitos regenerativos que vem ganhando espaço nos consultórios. Profissionais classificam a combinação de técnicas em uma mesma sessão como bioestimulação global.
O objetivo dessa integração de procedimentos é obter resultados mais naturais e duradouros, evitando as cicatrizes e a recuperação associadas a um lifting cirúrgico. A estratégia busca atuar tanto nas camadas superficiais quanto nas estruturas mais profundas da pele.
Os especialistas alertam, porém, que não existe uma tecnologia única capaz de resolver todos os casos. A escolha dos métodos depende da avaliação médica individualizada, que considera o grau de envelhecimento, expectativas do paciente e possíveis contraindicações.
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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