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  • 19 Apr, 2026

Pesquisas na Amazônia são em sua maioria conduzidas por cientistas estrangeiros, evidenciando a necessidade de fortalecer a pesquisa local e capacitar profissionais da região.

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O presidente Lula da Silva frequentemente faz afirmações sobre os avanços no Brasil, utilizando a expressão "nunca antes na história deste país". No entanto, ele não menciona que a maioria dos recursos destinados à pesquisa da floresta amazônica são utilizados por cientistas de outras regiões e de outros países. A verdade é que os investimentos em pesquisa não precisam necessariamente ser governamentais, pois novas descobertas atraem investimentos constantemente.

Um ponto que chama a atenção é que muitos estudos sobre a floresta são realizados por profissionais de fora da região. Embora isso não seja negativo, uma vez que o trabalho está ocorrendo, reflete um cenário em que as instituições locais não estão aproveitando totalmente suas capacidades. É fundamental que os cientistas do Norte do Brasil sejam incentivados a aprofundar suas pesquisas na própria região, uma vez que possuem um entendimento mais profundo das condições locais.

Cabe ressaltar que, atualmente, a pesquisa na Amazônia nunca foi tão intensa. Contudo, é essencial que se priorize o apoio a pesquisadores locais, o que pode acelerar a geração de conhecimento e a aplicação prática das descobertas.

No cenário político, várias candidaturas ao governo de Rondônia estão se consolidando neste início de ano. Entre os postulantes estão o senador Marcos Rogério (PL-Ji-Paraná), o prefeito Adailton Fúria (PSD-Cacoal), Flori Cordeiro (Podemos-Vilhena), o ex-prefeito Hildon Chaves (PSDB-Porto Velho), o ex-deputado federal Expedito Neto (PT-Rolim de Moura), Samuel Costa (Rede-Porto Velho) e o vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil-Porto Velho). A expectativa é que a alianças do MDB/PDT/PSB tenha sua própria candidatura, o que pode resultar em um número recorde de postulações ao Palácio Rio Madeira.

Um racha visível entre as candidaturas de Marcos Rogério, Adailton Fúria e Flori Cordeiro está se formando no interior do estado. Além disso, há uma divisão bolsonarista entre o PL de Rogério e o grupo do governador Marcos Rocha, que agora se encontra no PSD. As candidaturas de Rocha ao Senado e do vice-governador Sergio Gonçalves ao CPA parecem estar descartadas, já que Gonçalves interrompeu sua pré-campanha pelo interior do estado.

A análise inicial das possíveis candidaturas sugere que o nome que chegar ao segundo turno contra Marcos Rogério poderá conquistar o governo do estado. Marcos Rogério é o favorito, contando com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e sua parceria com Fernando Máximo ao Senado. Por outro lado, Adailton Fúria busca apoio da máquina governamental e de figuras como o ex-governador Ivo Cassol.

O ex-prefeito Hildon Chaves aparentemente reativou sua candidatura, segundo informações do jornalista Sergio Pires. Se Hildon confirmar sua participação na corrida, ele se tornaria um dos favoritos para o segundo turno, especialmente sem a concorrência das figuras que outrora o desafiavam. Com o fortalecimento de Hildon, a polarização na eleição pode mudar, movendo-se de Adailton Fúria e Expedito Neto para uma disputa entre Hildon e Marcos Rogério.

A atual situação política no estado mostra um cenário em que Hildon Chaves pode contar com alianças significativas, enquanto Marcos Rogério pode ter suas opções limitadas devido às divisões internas. A expectativa é de uma eleição disputada e acirrada.

As cidades de Cacoal e Ariquemes estão em processo de construção de novas rodoviárias, com Ariquemes liderando os avanços. A gestão do ex-prefeito Hildon Chaves transformou o terminal rodoviário de Porto Velho em um cartão postal, e a administração atual tem a possibilidade de fazer o mesmo na área do Cai N'Água. O ex-deputado estadual Jair Montes, presidente do Avante, expressou otimismo com convites a lideranças para disputar cargos eletivos e espera eleger ao menos dois deputados estaduais.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo