Quase 80 por cento dos rondonienses reprovam deputados estaduais
Pesquisa mostra que 79,6% dos rondonienses avaliam negativamente deputados estaduais, citando falta de presença e promessas não cumpridas nas bases.
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Pesquisa revela que o Vulcão Amazonas, em Uatumã (PA), é o maior e possivelmente mais antigo do país: data ~1,9 bi de anos, alcançou 400 m e caldeiras de 20 km.
Pesquisadores revelaram que o maior vulcão do Brasil está na região de Uatumã, no Pará. A estrutura, conhecida como Vulcão Amazonas e mapeada em 2002, tem cerca de 1,9 bilhão de anos e, antes de ficar inativa e sofrer erosão, chegou a 400 metros de altura.
Estudos indicam que as caldeiras chegavam a aproximadamente 20 km de diâmetro e que as erupções eram extremamente explosivas, com volumes de material projetados para a atmosfera em escala muito superior ao observado em vulcões brasileiros até então. O pesquisador Caetano Juliani destacou a intensidade dessas expurgas e a nova compreensão sobre a relevância vulcânica da Amazônia.
No cenário político de Rondônia, o PSD liderado por Adailton Fúria enfrenta dificuldades para compor uma nominata competitiva à Câmara dos Deputados. Segundo a avaliação interna, o partido não atraiu nenhum deputado federal e tem apenas dois nomes com perspectiva de votação mais expressiva: a esposa do candidato a governador Joliene e a ex-deputada federal Jaqueline Cassol.
Expedito Junior, articulador do lançamento da candidatura de Fúria, não consta na lista do PSD, o que alimenta suspeitas de atuação em duas frentes junto à candidatura do filho, o petista Expedito Neto.
Na disputa ao governo estadual, o senador Marcos Rogério (PL) aparece como favorito, com desempenho mais forte na região central — polarizada por Ji-Paraná — e no Cone Sul, tendo Vilhena como polo de influência. O senador também tem boa aceitação no Vale do Jamari e a melhor média de intenção de voto no estado.
Adailton Fúria, prefeito de Cacoal, lidera preferências no polo cafeeiro (Cacoal) e na Zona da Mata, que inclui municípios como Rolim de Moura e Pimenta Bueno.
O ex-prefeito de Porto Velho Hildon Chaves, da federação União Progressista, tem vantagem significativa na capital, que concentra cerca de um terço do eleitorado do estado. Essa liderança em Porto Velho coloca Hildon em posição confortável para alcançar um segundo turno, abrindo campo para uma polarização com Marcos Rogério. O candidato petista Expedito Neto, que reúne as legendas de esquerda, não lidera em nenhum colégio eleitoral de peso até o momento.
No fim da janela partidária — o período em que parlamentares podem mudar de partido sem perda de mandato — duas migrações chamaram atenção: o ex-prefeito e ex-deputado estadual Mauro Nazif ingressou nos Republicanos; o deputado estadual Ezequiel Neiva passou para o PL e pretende disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, apesar de dúvidas sobre sua elegibilidade. Também deixou a Rede para filiar-se ao PSB o pré-candidato ao governo Samuel Costa.
O PSDB busca um ressurgimento em nível nacional com filiações e apoios de nomes como o ex-governador Beto Richa e o deputado federal Aécio Neves, além de movimentos no Nordeste. No Acre os tucanos têm crescido com o ex-prefeito de Rio Branco Tião Bocalon como opção para o governo. Em Rondônia, porém, o PSDB segue fragilizado, com perda de quadros e dificuldades para se reorganizar após saídas importantes; há movimentações para tentar recompor a sigla sob o comando do presidente da Câmara de Vereadores de Porto Velho, Gideão Negreiros.
Entre indefinições partidárias, no MDB há especulação sobre a possível desistência do senador Confúcio Moura e a substituição pela figura do ex-senador Amir Lando na lista para o Senado. Permanece a dúvida sobre quem será o candidato do MDB ao governo estadual. No PL, a indefinição é sobre a vaga de vice do senador Marcos Rogério, que inicia a campanha com as melhores nominatas para Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados; ele conta com apoio do deputado federal Fernando Máximo para a disputa ao Senado.
Apontamentos finais destacam uma regionalização das candidaturas em Rondônia e a atuação do governo federal anunciando obras nos estados como forma de fortalecer aliados locais. No Acre, o PT aposta na candidatura do ex-governador Jorge Viana ao Senado; em Rondônia, a expectativa petista é eleger duas deputadas estaduais e um deputado federal. Há também a perspectiva de alinhamentos entre legendas regionais conforme se aproximam as convenções partidárias.
Foto: Divulgação
Fonte da imagem: Foto: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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