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  • 25 May, 2026

Pedido de cassação contra o vereador Marcos Combate por suspeita de agressão a um jornalista não foi lido em plenário; reunião fechada adiou decisão.

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Na manhã desta segunda-feira (18), a Câmara Municipal de Porto Velho viveu mais um capítulo da crise envolvendo o vereador Marcos Combate (Avante), acusado de agredir fisicamente um jornalista dentro da própria Casa de Leis.

O pedido de cassação contra o parlamentar já foi protocolado, mas não foi lido em plenário pelo presidente da Câmara, Gedeão Negreiros, durante a sessão realizada nesta manhã.

Fontes informaram que o presidente chegou à sessão com o documento em mãos, mas uma reunião a portas fechadas, que proibiu a entrada de celulares, antecedeu a decisão de não apresentar a denúncia em plenário.

Segundo relatos de bastidores, Marcos Combate teria dito que, caso o processo de cassação avançasse, passaria a denunciar supostos esquemas ilícitos envolvendo outros parlamentares da Casa, afirmação que teria provocado recuo entre alguns vereadores.

O pedido de cassação ganhou força após manifestações de profissionais da imprensa, que denunciaram ameaças, ataques e exposições públicas promovidas pelo vereador contra jornalistas da capital.

Caso a denúncia seja aceita e lida em plenário, a abertura de um processo de cassação é considerada provável: há relatos de testemunhas, entre elas o vereador Breno Mendes, e registro de exame no Instituto Médico Legal (IML) relacionado ao caso.

Apesar das acusações e do pedido de cassação, Marcos Combate segue exercendo o mandato normalmente. Críticos afirmam que o parlamentar utiliza intimidação, pressão política e ataques pessoais como prática em sua atuação pública.

Fica em aberto a duração da pressão sobre a Câmara Municipal diante das ameaças e denúncias que envolvem o vereador, que já responde a diversos processos na Justiça.

Fonte das informações: Câmara Municipal de Porto Velho e relatos de profissionais da imprensa